É não conseguir sair de manhã com o carro dele, por não ter força para destravar o travão de mão… e depois ainda nos recebem a rir quando pedimos ajuda, a mesma ajuda que dispensávamos se não tivessem puxado o travão até ao tejadilho…
Gajos!! Ò raça…
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
domingo, 13 de janeiro de 2008
Domingo de Inverno
O tempo está feio. O vento uiva ao passar por debaixo da persiana fechada. As luzes lá fora estão acesas, apesar de ser meio da tarde. A estrada está molhada e as goteiras pingam copiosamente. Apetece-me enroscar debaixo de uma manta e começar a ler um livro. Até já o tenho seleccionado e está em destaque sobre a mesa da sala, como que a lembrar-me desse velho compromisso assumido há já algumas largas semanas.
No entanto aqui estou, presa ao teclado. Apetece-me libertar pensamentos em vez de beber os dos outros. Como que a degustar o prazer de ter todas as tarefas feitas e ser dona do meu tempo. Por inteiro. Sem pausas ou interrupções.
Bom, na verdade ainda tenho algumas por fazer, mas não me apetece. E estava a falar do tempo. E este tempo melancólico fez-me remeter para outras épocas, outras distracções, outras viagens. Espaços de tempo em que me evadi da minha realidade, do meu quotidiano, em que contactei com outras formas de estar e de viver. Gostava de poder viajar mais, sair mais desta rotina. Mas enquanto não o posso fazer, vou aproveitando estas tardes de Inverno em que sou dona do tempo para me evadir por aqueles sítios onde já estive e durante algum tempo fiz parte dessa mesma paisagem.
Como aqui, num outro Domingo distante…
No entanto aqui estou, presa ao teclado. Apetece-me libertar pensamentos em vez de beber os dos outros. Como que a degustar o prazer de ter todas as tarefas feitas e ser dona do meu tempo. Por inteiro. Sem pausas ou interrupções.
Bom, na verdade ainda tenho algumas por fazer, mas não me apetece. E estava a falar do tempo. E este tempo melancólico fez-me remeter para outras épocas, outras distracções, outras viagens. Espaços de tempo em que me evadi da minha realidade, do meu quotidiano, em que contactei com outras formas de estar e de viver. Gostava de poder viajar mais, sair mais desta rotina. Mas enquanto não o posso fazer, vou aproveitando estas tardes de Inverno em que sou dona do tempo para me evadir por aqueles sítios onde já estive e durante algum tempo fiz parte dessa mesma paisagem.
Como aqui, num outro Domingo distante…
(Em Furka, Suiça, Abril de 2004)
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Dieta à la carte
Fazer dieta não deve constituir uma etapa na nossa vida, algo que passado algum tempo deixa de ser seguido e permite que o peso perdido seja novamente readquirido. Aliás, acho a palavra dieta demasiado pesada, restritiva, a lembrar sistematicamente que não podemos ou não devemos fazer algo, o que só por si é pouco encorajador.
Acho que melhor do que fazer dieta é adquirir novos hábitos alimentares, mais saudáveis e claro, fazer algum exercício físico. Há uns anos atrás atingi um peso demasiado alto:75 kg e uma vez que sou mais do tipo “rasteirinha”, fiquei uma pequena bola deambulante que de saltitona tinha cada vez menos.
Resolvi fazer algo para reverter a situação, mas queria fazê-lo de forma conscienciosa. Comprei alguns livros sobre nutrição e alimentação e com isto aprendi a seleccionar melhor os alimentos e a melhor forma de os cozinhar. Aprendi igualmente a substituir alguns alimentos por outros mais saudáveis, que de resto pouco ficavam atrás em termos de paladar.
Acrescentei ainda um grande aliado não só para o corpo mas também para a mente: o exercício físico. Sempre gostei de actividades ao ar livre (as saudades que tenho dos trabalhos de campo da faculdade…), mas a lufa-lufa do dia a dia deixava-me pouco tempo disponível para frequentar um ginásio, para além de que o orçamento familiar vai sendo cada vez mais pequeno para fazer face ao aumento do custo de vida.
Assim sendo, a solução apresentou-se sob a forma de caminhadas. È fácil, não requer vestuário próprio, pode ser feito em qualquer lado, é de borla e ainda pode ser efectuado com companhia ou então constituir um espaço pessoal de reflexão. E basta apenas uma caminhada de 30 a 40 minutos para que se queimem as calorias do gelado que comemos ao almoço…
Com isto perdi 17 kg em cerca de 8 meses. Destes recuperei 7 kg com os tratamentos, o Natal e algum abandono das práticas das caminhadas, mas sei que os hábitos mais saudáveis que adquiri me têm valido para não aumentar mais de peso.
Resta-me então, fazer não propriamente dieta no sentido restrito da palavra, mas insistir mais na manutenção de uma alimentação tão saudável quanto possível e voltar às minhas caminhadas à hora de almoço.
Espero ter ajudado quem como eu se debate com problemas com a balança. Depois conto a minha evolução nos próximos tempos…
Acho que melhor do que fazer dieta é adquirir novos hábitos alimentares, mais saudáveis e claro, fazer algum exercício físico. Há uns anos atrás atingi um peso demasiado alto:75 kg e uma vez que sou mais do tipo “rasteirinha”, fiquei uma pequena bola deambulante que de saltitona tinha cada vez menos.
Resolvi fazer algo para reverter a situação, mas queria fazê-lo de forma conscienciosa. Comprei alguns livros sobre nutrição e alimentação e com isto aprendi a seleccionar melhor os alimentos e a melhor forma de os cozinhar. Aprendi igualmente a substituir alguns alimentos por outros mais saudáveis, que de resto pouco ficavam atrás em termos de paladar.
Acrescentei ainda um grande aliado não só para o corpo mas também para a mente: o exercício físico. Sempre gostei de actividades ao ar livre (as saudades que tenho dos trabalhos de campo da faculdade…), mas a lufa-lufa do dia a dia deixava-me pouco tempo disponível para frequentar um ginásio, para além de que o orçamento familiar vai sendo cada vez mais pequeno para fazer face ao aumento do custo de vida.
Assim sendo, a solução apresentou-se sob a forma de caminhadas. È fácil, não requer vestuário próprio, pode ser feito em qualquer lado, é de borla e ainda pode ser efectuado com companhia ou então constituir um espaço pessoal de reflexão. E basta apenas uma caminhada de 30 a 40 minutos para que se queimem as calorias do gelado que comemos ao almoço…
Com isto perdi 17 kg em cerca de 8 meses. Destes recuperei 7 kg com os tratamentos, o Natal e algum abandono das práticas das caminhadas, mas sei que os hábitos mais saudáveis que adquiri me têm valido para não aumentar mais de peso.
Resta-me então, fazer não propriamente dieta no sentido restrito da palavra, mas insistir mais na manutenção de uma alimentação tão saudável quanto possível e voltar às minhas caminhadas à hora de almoço.
Espero ter ajudado quem como eu se debate com problemas com a balança. Depois conto a minha evolução nos próximos tempos…
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Diplomacias à parte...
Apesar das tréguas assinadas, a Balança insiste em passar das marcas anteriormente estabelecidas. Foram vários os avisos feitos e diversas as tentativas de conciliação, culminando num ultimato no início do ano. Mas uma vez que não foram obtidos resultados positivos e após nova ronda de conversações, declaro que estão abertas as hostilidades.
É assim tornado oficial: estou de relações cortadas com a Balança e em guerra aberta com o excesso de peso!
(…e sempre é uma forma mais saudável de combater os pensamentos ruminantes e pô-los a pastar noutro lado…)
É assim tornado oficial: estou de relações cortadas com a Balança e em guerra aberta com o excesso de peso!
(…e sempre é uma forma mais saudável de combater os pensamentos ruminantes e pô-los a pastar noutro lado…)
domingo, 6 de janeiro de 2008
Pensamentos ruminantes
Sou atreita a este tipo de pensamentos. Normalmente andam a bailar-me na cabeça e enquanto não os arrumo no sítio certo não me largam.
Era uma vez 2 concursos (sim, ainda o mesmo assunto…eu avisei que eram ruminantes…)
O 1º era para uma vaga: fico em segundo lugar
O outro era para 5 vagas: fico em sexto…
Como é que eu arrumo isto na minha cabeça, quando é a quarta vez que fico literalmente à porta?
Como?
Era uma vez 2 concursos (sim, ainda o mesmo assunto…eu avisei que eram ruminantes…)
O 1º era para uma vaga: fico em segundo lugar
O outro era para 5 vagas: fico em sexto…
Como é que eu arrumo isto na minha cabeça, quando é a quarta vez que fico literalmente à porta?
Como?
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
(200)8 fora nada
Noto que a frescura dos “intes” já se foi e deu lugar à dos “intas” quando se demora mais de 1 dia a recuperá-la…
Mas eu chego lá!
Votos de um bom ano a todos!
Mas eu chego lá!
Votos de um bom ano a todos!
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