Ó tu, que apareces sem ser convidada, ocupas os meus dias por inteiro e ainda demoras para te ir embora…
E nem mesmo a razão pode contigo, porque superas todos os argumentos possíveis e imaginários. Já me falta a criatividade e força para lutar sozinha contra o mundo, que insiste repetidamente em me tirar do sério.
Não me apetece andar zangada e irritada, sobretudo quando sei perfeitamente que a culpa não é dos outros, mas sim minha, já que não te consigo expulsar. E ainda por cima trazes o mau-humor contigo, o que aniquila as poucas possibilidades de debelar-te à conta da gargalhada fácil, já que estas não saem, nem a ferros.
Vá…deixa-me lá em paz e voltar à calma pacata da minha existência.
Até hoje eu nunca soube o que era a TPM…Mas agora que já sei, podes fazer o obséquio de ir embora?
Agradecida.
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terça-feira, 29 de janeiro de 2008
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Nervoso miudinho
Fui finalmente chamada a prestar provas (lembram-se?).
Fiquei com aquela sensação esquisita na barriga, aquele nervoso miudinho. Olhei para o calendário e pensei que iria calhar no meio do próximo tratamento. Contas de cabeça para aqui, conta dias para ali…em cheio na altura das ecos. Andei a matutar como havia de me desdobrar em duas e fazer as centenas de quilómetros que me separavam entre as duas coisas com o menor dano possível…mas nem precisava de me ter ralado tanto. É que o “outro” não dá as caras…se não tivesse tido de cancelar o tratamento anterior estes seriam dias de expectativa, dias para sonhar, mas assim sendo... resta-me agradecer-lhe quando o "senhor" se dignar a aparecer, por ter tido a gentileza de me desamparar a loja numa altura critica e assim me deixar fazer as provas concentrada apenas nisso.
Ah...mas faça o obséquio de voltar, sim? É que já comprei a medicação e queria dar-lhe uso, pode ser? se não lhe der muita maçada, claro! Muito agradecida.
Fiquei com aquela sensação esquisita na barriga, aquele nervoso miudinho. Olhei para o calendário e pensei que iria calhar no meio do próximo tratamento. Contas de cabeça para aqui, conta dias para ali…em cheio na altura das ecos. Andei a matutar como havia de me desdobrar em duas e fazer as centenas de quilómetros que me separavam entre as duas coisas com o menor dano possível…mas nem precisava de me ter ralado tanto. É que o “outro” não dá as caras…se não tivesse tido de cancelar o tratamento anterior estes seriam dias de expectativa, dias para sonhar, mas assim sendo... resta-me agradecer-lhe quando o "senhor" se dignar a aparecer, por ter tido a gentileza de me desamparar a loja numa altura critica e assim me deixar fazer as provas concentrada apenas nisso.
Ah...mas faça o obséquio de voltar, sim? É que já comprei a medicação e queria dar-lhe uso, pode ser? se não lhe der muita maçada, claro! Muito agradecida.
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Não bastava...
Ter de encurtar as miniférias para vir trabalhar, chove desalmadamente e tenho a minha cabeça transformada num tambor de tanto me doer...
Haja paciência!
Haja paciência!
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